30 de agosto de 2014

Mundo de Sonhos


No meu mundo de sonhos, adormeço feliz com esperanças coloridas que meus amigos imaginários se movam dentro dele como carneirinhos que pulam até que eu adormeça feliz e ter todo um encanto da natureza como cenário. Bichos, natureza, céu azul e todas as pessoas que amo comigo. Não importa quanto tempo dure, acordo feliz por ter a oportunidade de acordar mais uma vez, e saber que novamente vou dormir e ter meus sonhos encantados comigo!

(Adriana Silva)

20 de agosto de 2014

Infinito....


Avistei o infinito naquela paisagem.
O infinito nunca tem fim.
E é assim quando vemos algo muito bonito e não conseguimos explicar.
Ele nunca acaba.
Fica na nossa memória. Para sempre!

(Adriana)

13 de agosto de 2014

Voar!


Quero voar por lugares que mesmo que eu saiba que possa cair não me arranhe, nem me machuque.
Se isso acontecer, que eu não sinta tanto.
Que o vento me conduza à minha serenidade - a mais calma de todas em meio ao caos.
Que todas as respostas de Deus sejam entendidas por mim. E que acima de tudo eu as siga.
Que eu possa enxergar as flores, e sempre andar em direção ao sol!

(Adriana Silva)

8 de agosto de 2014

O duende encantado


O duende encantado vive escondido em algum lugar para distribuir corações de papel a quem passar. 
Mas nem todas as pessoas gostam desses corações. Algumas pessoas jogam no chão ou no lixo, e o duende fica muito triste.
Já outras pegam uma porção desses corações para si e dividem com muitas pessoas e o duende fica muito feliz!
Mal sabem que os corações são de um duende encantado. Os corações são encantados também. Eles provocam alegria dentro das pessoas.
Quanto mais corações você distribuir mais alegrias terá.


(Adriana)

O Elefantinho e a Chuva


Bob era um elefantinho que adorava ajudar todo mundo. Certo dia estava ele passeando e começou a chover. Viu que no caminho haviam pintinhos desesperados e perdidos. Com medo que a correnteza os levassem para longe ele pegou todos com as duas patas da frente. Ficou em pé, desequilibrando e tomando cuidado para que nenhum deles caísse no chão. Um deles ficou em suas patas traseiras e outro no topo da sua cabeça. Em sua tromba segurava um guarda-chuva para que não os molhassem. Mesmo com todo o sacrifício o elefantinho não desistiu de ajudar seus amigos. Ele não se preocupou com ele mesmo, ele se preocupou com seus amigos. Quando a chuva passou avistaram sua mãe e saíram felizes e agradecidos seu grande amigo. O elefante estava cansado, mas estava muito feliz por eles ter ajudado!

(Adriana)